19 de mai de 2017

#7. Resenha - Quando o vento sumiu - Graciela Mayrink








Título: Quando o vento sumiu
Autora: Graciela Mayrink
Editora: L&PM Edições
Ano: 2015
Nº de Páginas: 264
Gênero: Romance
Classificação: 4/5

Renato, Susan e Mateus, uma amizade de longa data e que vai ter que passar por muitas provações durante o enredo do livro.
Eles se conhecem desde o colegial e formam uma parceira bonita e que parece vencer todas as barreiras, mas quando a possibilidade de um amor nasce dentro deste triângulo fraterno, somado a problemas do passado de um deles, a história adquire um novo rumo.


Como se manterem firmes com tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo?

Esse é o ambiente de Quando o vento sumiu, tão bem construído e amarrado pela jovem escritora Graciela Mayrink. Uma história ficcional, que poderia se parecer com a minha história, com a sua, com a de qualquer jovem. Fala de amizade, companheirismo, festinhas, traumas e um acontecimento que vai precipitar tudo e se encaminhar para um abismo de dúvidas. De novidade, temos a possibilidade de dois finais, o leitor escolhe qual desejaria seguir. Eu fico com o mais real, mas você, que sonha pode escolher o outro; os dois são possíveis.

O livro começa pelo penúltimo capítulo e por isso, é preciso ler e descobrir o que aconteceu na história desses três amigos para que a primeira cena fosse a que você lê nas primeiras linhas.



Um romance que eu devorei rapidamente e que nem senti o tempo passar. No decorrer da trama, vamos descobrir porque a autora escolheu esse título tão instigante. Você já se perguntou o porquê?

Coloquei dentro do post, algumas figuras (retiradas da internet que não são minhas. É só clicar que você irá para a página do autor) que vão estar presentes na história. Quem acompanhar a leitura vai entender o porquê!

Eu amei esse livro e indico a quem gosta de ler um bom romance que te mostra um dia-a-dia possível, cheio de reviravoltas e que acontece com tanta gente, mas não dessa forma tão intensa! Boa leitura, gente! É lindo e vou confessar que segurei o choro no final!

Abraços,

Drica.